a gente costuma sentir que é uma pessoa diferente em cada idioma, como se precisasse reduzir quem é pra caber dentro de uma língua nova.
tem um livro novo que fala muito sobre isso: História de Taipei, da R. F. Kuang. ele descreve bem a sensação de ter que abrir mão de um pedaço de quem você é pra conseguir falar outro idioma. nas minhas aulas é diferente: você não precisa deixar quem você é de fora. eu uso o que você gosta, pra onde você quer ir, o que faz sentido pra sua vida. isso tudo vira ferramenta pra você aprender de verdade.
quer fazer aula com alguém que entende isso de verdade?
bate-papo inicial
sou linguista formada pela USP, mestra em Educação pela UFPR, certificada Cambridge C2 Proficiency. uso tudo isso pra fazer o oposto do que a academia costuma fazer, nada de aula engessada. ensino inglês há mais de 10 anos, já passaram cerca de 500 alunos por mim, e a coisa que eu mais gosto de ver não é gramática certinha, é alguém deixando de se reduzir pra falar outra língua e finalmente falando de si mesmo nela.



